21 de maio de 2019

Resultado das empresas de tecnologia melhora em 2018


A Akurat analisou o resultado de 74 empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), que publicaram seus balanços até o dia 16 de maio de 2019, e constatou um crescimento de 8,14% na receita liquida em comparação com o ano de 2017.

Esse crescimento representa um aumento real de 4,4% acima da inflação medida pelo IPCA para o ano de 2018 (3,7%).

Alem do crescimento de 8,14% na Receita Liquida, o ano de 2018 foi um ano de melhoria nas margens brutas e no lucro liquido. A crise dos últimos anos obrigou as empresas de TIC a dar mais atenção a lucratividade dos contratos do que ao crescimento da receita a qualquer preço que vinha sendo praticado a vários anos nesse mercado, afirma Klaus Ehmke.
As empresas do setor continuam sofrendo dificuldades de caixa, pois grande parte de seus custos são mão de obra que precisam ser pagas mensalmente e os clientes pressionam para pagar os serviços em 60, 90 e até 120 dias. Isso tem gerado os problemas de fluxo de caixa e reduzido o lucro liquido em função dos elevados custos financeiros.

A Margem Bruta das empresas analisadas cresceu da média de 28,1% em 2017 para 30,9% em 2018, e o Lucro Liquido médio melhorou de 0,6% de prejuízo em 2017 para 2,8% de lucro.

No setor de Contact Center a receita se manteve exatamente igual ao ano de 2017, mas houve uma redução de 20% nas receitas da Liq, que migrou para os concorrentes.

Excluída a Liq, as demais empresas do setor de Contact Center tiveram um crescimento de 5,4% nas receitas, mas o Lucro Liquido sofreu uma redução em relação a 2017. O setor está experimentando uma migração do atendimento humano para o atendimento robotizado, o que deve resultar em reduções da receita e melhoria da lucratividade no futuro.

As empresas do setor de Software analisadas pela Akurat Consultoria, cresceram a receita em 10,5% em comparação a 2017, mas o lucro líquido caiu 0,5%, representando em média 5,6% da Receita Líquida, contra 6,2% em 2018.

As integradoras/outsourcing, cresceram 9,9% a receita e o lucro líquido evoluiu de 1,5% para 4,7% da Receita liquida.

O quadro a seguir demonstra a evolução das receitas liquidas de 2017 para 2018 das empresas pesquisadas.

Caso necessite de mais informações ou detalhes sobre as analises entre em contato pelo e-mail akurat@akurat.com.br


9 de fevereiro de 2018

Justiça condena 7 ex-executivos do banco Panamericano

 
A Justiça de São Paulo condenou 7 ex-diretores do Banco Panamericano. Eles são acusados de gestão fraudulenta e crimes de "colarinho branco" entre 2007 e 2010. Todos os réus poderão recorrer em liberdade.

O banco Panamericano, criado pelo empresário Silvio Santos, foi socorrido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) em novembro de 2010, para evitar uma liquidação pelo Banco Central. O banco escondeu um rombo bilionário e seus executivos foram acusados de fraude contábil. No ano seguinte, o Panamericano foi vendido para o banco BTG Pactual.

A sentença do juiz João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Federal Criminal em São Paulo, julgou parcialmente procedente o pedido do Ministério Público Federal. Além de condenar os 7 executivos, o juiz também absolveu 10 réus, funcionários e executivos do banco, de todas as acusações por falta de provas.

Veja quais são os executivos condenados e as penas aplicadas:
  1. Luiz Sandoval, ex-presidente do conselho de administração, a 6 anos e 6 meses de reclusão em regime semi-aberto;
  2. Rafael Palladino, ex-diretor-superintendente, a 8 anos e 6 meses de reclusão e, regime inicial fechado;
  3. Wilson Aro, ex-diretor presidente financeiro, a 12 anos e 6 meses de reclusão em regime inicial fechado;
  4. Marco Antônio Pereira da Silva, ex-chefe da contabilidade, a 2 anos de reclusão, em regime inicial aberto;
  5. Cláudio Baract Sauda, ex-gerente de controladoria, a 5 anos de reclusão, em regime inicial semi-aberto;
  6. Adalberto Savioli, ex-diretor de crédito, a 6 anos e 6 meses de prisão em regime inicial semi-aberto;
  7. Luiz Augusto Teixeria de Carvalho Bruno, ex-diretor jurídico, a 2 anos de prisão, em regime inicial aberto.
De acordo com a sentença do juiz, os acusados criaram um sistema para fraudar o resultado do banco e omitir prejuízos da instituição do mercado e do Banco Central. Isso permitia que o banco mantivesse uma credibilidade no mercado e conseguisse captar recursos para suas linhas de crédito.

"Por meio da manipulação da contabilidade da instituição, os acusados conseguiram manter ocultos resultados negativos que evidenciavam a grave situação financeira existente. Os dados contábeis gerados artificialmente demonstravam que o banco apresentava lucros e dispunha de caixa suficiente para manter em funcionamento regular, quando, na realidade, vinham sendo acumulados prejuízos ao longo do tempo", disse a Justiça Federal de São Paulo em comunicado à imprensa.

Publicado em: Globo

30 de janeiro de 2018

10 tendências para o setor da Saúde Suplementar em 2018

Em 2018 serão muitas as incertezas acerca dos panoramas econômico, financeiro, político e social no Brasil. E particular, o setor de Saúde abrigará grandes mudanças que poderão trazer maior dinamismo e prosperidade às operadoras de saúde, hospitais e outros negócios do segmento.

Podemos apontar 10 tendências a serem concretizadas ao longo do ano, sendo que cada uma delas traz riscos e também grandes oportunidades, a saber: 

1) Retomada do Crescimento do Mercado: nos últimos anos, observamos a redução de cerca de 3 milhões de vidas no total de usuários de planos de saúde. No entanto, diversos indicadores econômicos recentes, bem como as alterações na legislação trabalhista, corroboram para uma redução do desemprego em 2018, favorecendo especialmente os Planos de Pessoa Jurídica. 

2) Importantes Alterações Legais: é provável que o novo Marco Legal do setor seja alterado com o Projeto de Lei 7419/2006 e outras impactantes Resoluções Normativas (RNs) da ANS. 

3) Expansão dos Investimento Privados: com a abertura para o investidor estrangeiro em 2015, observamos uma avalanche na entrada de recursos oriundos de fundos de investimentos e de diversos grupos privados, especialmente de americanos e de asiáticos, realizando grandes aquisições no setor. O Brasil é o pais com o maior potencial de crescimento do setor no mundo. Portanto, é de se esperar que os investimentos vão continuar crescendo. 

4) Muitas Cooperativas Médicas e pequenos grupos vão sair do mercado: muitas empresas não conseguiram se planejar, profissionalizar a gestão e controlar custos como medidas essenciais para a sobrevivência. Com o aumento da exigência de Margem de Solvência (RN 209), bem como aumento da competição, a falta de preparo irá levar muitas delas a vender suas carteiras e operações. Recentemente, a RN 431 foi editada para favorecer este movimento, facilitando a saída das pequenas empresas do mercado. 

5) Fim do Resultado Financeiro, Início da Retomada Operacional: com a redução da taxa Selic de 14,25% para menos de 7% até o final do ano, as operadoras que estavam acostumadas a obter expressivos ganhos financeiros com as aplicações vinculadas (obrigatórias), irão sentir drasticamente a falta de eficiência operacional, ampliando o movimento descrito no item anterior. Desta forma, é de suma importância garantir o resultado operacional para fazer frente aos compromissos financeiros. 

6) Ampliação da consolidação do mercado com grandes Fusões/Aquisições: o movimento deve ganhar ainda mais força neste ano. Temos grandes grupos que podem realizar operações de fusões e aquisições, tal como ocorreu recentemente em outros setores brasileiros como o varejo, Educação e financeiro. 

7) Desenvolvimento de Fundos Imobiliários para Hospitais: mesmo com a retomada do mercado de crédito, a busca por liquidez e por melhores instrumentos de captação e gestão deve favorecer o desenvolvimento deste incipiente mercado de fundos para hospitais. Até 2017, tínhamos apenas um Fundo aberto deste tipo. No entanto, já no início de 2018, teremos a abertura do FII da Unimed Sul Capixaba. Dada a atratividade desta modalidade de investimento, muitos projetos deste tipo poderão surgir, de forma a dinamizar o volume de captações para a realização de investimentos em hospitais, centros médicos e outros empreendimentos relacionados no país. 

8) Deterioração do SUS e Ampla demanda por Planos Populares Individuais: com o congelamento dos gastos públicos e com a falta de recursos, devemos observar gradativamente o declínio da saúde pública, favorecendo a demanda privada, especialmente para planos individuais e populares. 

9) Inflação médica alta, mas reajustes baixos: a inflação do setor deve continuar acima dos dois dígitos. No entanto, com o aumento da concorrência e a inflação ampla controlada, os planos terão dificuldade em repassar custos, voltando novamente ao foco da eficiência operacional através do rigoroso controle sobre seus custos assistenciais e despesas administrativas e comerciais. 

10) O Setor da Saúde é a “bola da vez”: por todos estes fatores supracitados, o setor deverá ser um dos principais destinos de investimentos privados, sendo tema das principais pautas das discussões políticas neste ano eleitoral. 

Prof. Doutor Adriel Branco 

Publicado em: Pautas Incorporativa

26 de dezembro de 2017

Brasil segue no radar dos investidores


Para o chefe de Economia e Estratégia para América Latina do Bank of America Merrill Lynch, Claudio Irigoyen, mesmo que o cenário político no Brasil no ano que vem esteja nebuloso e confunda o mercado, ainda há um grande interesse internacional por empresas brasileiras.

Na avaliação do executivo argentino, o País segue no radar dos investidores internacionais embora pudesse se beneficiar ainda mais se fosse menos fechado. A seguir, os principais trechos da entrevista.

O Brasil se recupera da crise mais rapidamente do que o imaginado pelos investidores?

Sim, com certeza. Os indicadores mais recentes da economia nos dão ideia de que o Brasil está virando esse jogo e a capacidade de recuperação do País é impressionante. O atual cenário nos leva a pensar em uma recuperação na casa dos 3% no ano que vem. Obviamente, tudo que está relacionado às eleições do ano que vem terá impacto nessa recuperação. Embora seja importante ter em mente que anos eleitorais afetam os

22 de dezembro de 2017

Rival chinesa da Uber pode comprar a 99


O mercado brasileiro de transportes por aplicativo pode estar prestes a receber um belo chacoalhão. De acordo com informações ainda não confirmadas oficialmente, a Didi Chuxing, uma das principais empresas desse setor na China, estaria prestes a adquirir uma parcela majoritária da 99.

Seria mais uma etapa do investimento global que está sendo feito pelo conglomerado chinês rumo a uma expansão internacional. Para isso, a companhia já teria levantado US$ 4 bilhões para investimento fora de suas fronteiras, com boa parte desse montante obtido com a Softbank, gigante das telecomunicações no Japão que também está de olho no segmento de transportes. Desse dinheiro todo, pelo menos uma parcela já está no Brasil.

Isso porque, em julho deste ano, a Didi anunciou um investimento de US$ 100 milhões na 99, seus primeiros passos no mercado brasileiro. Na época, o valor exato não foi divulgado pela companhia nem o intuito do aporte financeiro em nosso país, mas tudo indicava um olhar mais apurado sobre o Brasil e, acima de tudo, mais uma frente à Uber por aqui.

A situação brasileira é diferente daquela vista em outros países que também são fortes no mercado de transporte de aplicativos. Na China, por exemplo, a Uber enfrentou anos de dificuldades antes de “desistir” do mercado, vendendo suas operações para a própria Didi. Na Rússia, houve movimento semelhante, mas a fusão se deu com a Yandex, a maior companhia do ramo por lá.

Agora, em um momento complicado em termos de regulação, sem falar no ambiente cada vez mais competitivo com a presença de outros grandes nomes como a Cabify, a Uber parece diante de mais um desafio. A compra da 99 pela Didi transforma a empresa, que começou atuando somente com táxis antes de se expandir também para os carros de passeio, em mais uma das grandes players desse setor por aqui.

Essa expansão, inclusive, já estava nos planos, uma vez que, no início deste mês, a 99 já havia afirmado que 2018 seria um ano de captação de investimentos e expansão, principalmente, de sua categoria Pop, que engloba carros populares e preços mais baratos aos usuários. Na época, entretanto, representantes da companhia disseram não saber exatamente quais seriam os próximos passos. Agora, eles parecem ter sido revelados.

Para a Didi, os planos são de dominação mundial, com investimentos pesados realizados não apenas no Brasil, mas também nos Estados Unidos, Índia, Cingapura, Estônia e países do Oriente Médio. O foco, sempre, é nos territórios com alta demanda por transportes mais baratos, tenham eles uma grande presença de rivais ou não.

O suposto negócio entre Didi e 99 não teve detalhes divulgados nem foi confirmado por representantes das companhias. Nenhuma das duas se posicionou publicamente sobre a questão.

Fonte: The Information
https://www.akurat.com.br/blog

21 de dezembro de 2017

BIO5 investirá R$ 500 milhões para reciclar 20% de todos os pneus descartados

O futuro do transporte mundial parece estar definido e deverá ser através dos carros elétricos. Isso reduzirá consideravelmente nas próximas décadas os carros a combustão e consequentemente a queima de combustível fóssil, como o petróleo, poluente e finito. Entretanto, um outro complexo problema continuará existindo: os pneus. 

Mais do que produzir, o descarte de pneus é um problema, pois um pneu pode demorar 700 anos para se decompor na natureza. Em 2016, foram 450 mil toneladas ou aproximadamente 91 milhões de unidades somente no Brasil, que precisaram de uma destinação correta. No mundo são 13,5 milhões de toneladas anualmente. Para solucionar o problema os principais fabricantes no Brasil criaram em 2007 a Reciclanip, entidade responsável por gerenciar os pneus inservíveis. Apesar de todos os esforços, parte deste material ainda vai parar nos mares, rios, em terrenos sem uso, causando doenças e poluição ambiental.

“Sustentabilidade é fundamental para o futuro do planeta e da economia mundial. A reciclagem de pneus via pirólise contribui com o meio ambiente, é sustentável e gera valor para os acionistas” revela Robson Freitas, CEO da BIO5.

A BIO5 está com sua primeira planta em construção em Cuiabá no estado de Mato Grosso e adquirindo os melhores equipamentos do mundo, que virão de países como China e EUA. Nesta primeira planta serão investidos R$ 100 milhões através do fundo de private equity DMI Group, para reciclar anualmente cerca de 20 mil toneladas de pneus inservíveis, o que representa 4% de todos os pneus descartados no país e equivalente a aproximadamente 4 milhões de unidades. Outras plantas estão previstas no país com um investimento de aproximadamente R$ 500 milhões para reciclar cerca de 20% de todos os pneus descartados no país.

Atualmente no Brasil mais da metade dos pneus são descartados através da queima em fornos de cimenteiras. A BIO5 implantará um processo considerado o mais eficaz e sustentável por especialistas globais, chamado PIRÓLISE, que através do calor realiza a decomposição química e as matérias são separadas e recuperadas para posterior utilização. Como não existe oxigênio no processo, não é emitido monóxido de carbono na atmosfera.

Do processo de pirólise é extraído o aço, o negro de fumo, o gás e o óleo combustível. O negro de fumo, principal componente na fabricação da borracha, é também usado para pigmentação preta em geral, na produção de asfalto e confecção de tintas para impressora, por exemplo. “Neste processo de reciclagem de pneus evitamos que mais barris de petróleo sejam retirados da natureza, tornando-o mais sustentável que a simples queima dos pneus. Além disso, com o óleo produziremos energia elétrica para uso próprio e parte será disponibilizada para rede. A nossa planta será capaz de gerar energia elétrica suficiente para abastecer uma cidade de 28 mil habitantes”, finaliza Robson Freitas.

19 de dezembro de 2017

Venda de pneus cresce 8,6% no terceiro trimestre


A Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP) fecha o terceiro trimestre de 2017 com alta de 8,6% na venda total de pneus nacionais em comparação a 2016.

O resultado faz parte do balanço setorial divulgado trimestralmente. No consolidado do ano (janeiro a setembro), o aumento foi de 2,4% nas vendas totais em relação ao mesmo período do ano passado. "O setor acompanha a retomada do crescimento da indústria de veículos", salienta o presidente executivo Klaus Curt Müller.

A venda às montadoras cresceu 16,3% no trimestre em relação a 2016, com um total de 4 milhões de unidades vendidas contra 3,5 milhões no ano passado.

A produção de veículos registrou um aumento de 39,1%, conforme divulgado no início de outubro pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA). A alta de produção impulsionou o aumento da venda de pneus de carga em (29,3%), comerciais leves em (22,5%) e de passeio em (18,1%).
Já as vendas de pneus duas rodas caíram 1,8% e não refletiu pelo crescimento de 7,8% na produção de motos divulgado pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo).

As vendas para o mercado de reposição fecharam o último trimestre com alta de 5,8%, em relação ao mesmo período de 2016. As altas dos pneus duas rodas (9,2%), de carga (6,3%) e de passeio (5,8%) contribuíram significativamente no resultado. Comerciais leves e outros tiveram queda de 0,6% e 2,4%, respectivamente. No total, foram comercializados 642 mil pneus a mais no período. No acumulado de janeiro a setembro de 2017 o mercado de reposição cresceu 2,6%, em comparação ao ano anterior.

Depois da queda de 15% registrada no primeiro semestre deste ano, as vendas totais para o exterior fecharam o terceiro trimestre em alta de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O índice foi puxado pelos pneus de passeio (20,3%), outros (18%), de carga (12,8%) e comerciais leves (9,3%). A queda de 8,6% de pneus duas rodas foi a única exceção. Ainda assim, o total de exportações até setembro de 2017 segue 6,9% abaixo do que foi registrado até setembro em 2016.

A indústria nacional de pneus conseguiu manter o superávit favorável em sua balança comercial no ano de 2017. No total, isso equivale a US$ 888,9 milhões em exportações e US$ 668,1 milhões em importações, com saldo final positivo de US$ 220,9 milhões.

"A alta de vendas no trimestre é um bom sinal para o setor, mas ainda há espaço para melhorar, principalmente quando se trata de exportações, que ainda estão abaixo dos números registrados em 2016", analisa Klaus Curt Müller. "Além disso, a Anip continua a luta pela melhoria da competitividade do setor, fundamentalmente nas alíquotas de importação da borracha natural e no antidumping."

Resultado das empresas de tecnologia melhora em 2018

A Akurat analisou o resultado de 74 empresas do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), que publicaram seus balanços at...