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Mostrando postagens de Outubro, 2014

The Biggest Mergers & Acquisitions In The U.S.

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ByPrableen Bajpai| October 23, 2014 The world of business is dynamic, characterized by new entrants, expansions,startupstakeovers and more. One of the ways corporations look to grow and expand is through mergers and acquisitions (M&A). “One plus one equals three” is the basic reasoning behind M&A deals. These deals help companies to gain advantages like gaining a larger customer base, global footprint, access to distribution channels or suppliers, technical knowhow, among other things. If the deals turn out as planned, they give the business a competitive edge and enhance shareholder value. However, there have been cases where such deals have not worked out well. (See: Biggest Merger and Acquisition Disasters) The chart below shows the status of mergers and acquisitions in terms of number and value in the U.S. The chart shows a significant decline (in terms of value) during the period of financial crisis of 2008-09, showing recovery from

Negociações entre Fleury e Gávea Investimentos fracassam

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Fleury: partes iniciaram em março negociações exclusivas para potencial alienação da totalidade da fatia da Core na empresa
São Paulo- A empresa de diagnósticos Fleury divulgou nesta segunda-feira que seu controlador indireto Core Participações informou, em correspondência, que foram encerradas sem sucesso as negociações para venda de sua participação na companhia para a gestora de recursos Gávea Investimentos.
As partes iniciaram em março negociações exclusivas para potencial alienação da totalidade da fatia da Core na empresa.
Além de possuir uma participação direta de 6,3 por cento na companhia, a Core detém quase 75 por cento da Integritas Participações, que, por sua vez, é dona de 46,7 por cento do Fleury.
Há tempos a imprensa vinha noticiando que a Core, formada por um grupo de médicos, estaria disposta a passar o controle do negócio adiante. Em meados de novembro passado, o Fleury informou que a Core tinha contratado o JPMorgan para avaliar alternativas estratégicas para sua fa…

Marc Andreessen: ALL Of The Biggest, Oldest Tech Companies Will Be Forced To Break Up

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OCT. 16, 2014, 3:48 PM APMarc Andreessen Three huge tech companies have decided to split apart: firsteBay, thenHewlett-PackardandSymantec. And this is only the beginning, predicts super investor Marc Andreessen, who was involved in two of these. He sits on the boards of eBay and HP. Andreessen thinks every enormous older tech company will follow suit, he told Bloomberg’s Emily Chang at the Salesforce Dreamforce Conference on Wednesday. "If they're more than 20 years old, then they'll probably benefit from being broken up, and many of them will probably be forced to break up if they don't do it voluntarily," he said. That's why "I feel so good I'm involved with HP and eBay ... especially actually with HP. It's really getting ahead of what would

Nova legislação terá impacto na tributação de fusões e aquisições

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Lei 12.973, que muda os critérios de tratamento fiscal ao ágio, deve reduzir as deduções de impostos pagos nas transações entre empresas.
Por André Boudon

Lei 12.973, que muda os critérios de tratamento fiscal ao ágio, deve reduzir as deduções de impostos pagos nas transações entre empresas. A Lei 12.973, que entra em vigor em 2015, vai gerar mudanças significativas na tributação de operações de fusão e aquisição do Brasil. Especialistas da área contábil acreditam que as novas regras podem reduzir sensivelmente as deduções fiscais obtidas no pagamento de ágio nas transações entre as empresas.
Segundo a sócia-diretora da Apsis Consultoria, Ana Cristina França de Souza, a nova lei tributária tenta aproximar os critérios de valoração e amortização dos ativos à contabilidade. “Com a adoção dos padrões contábeis estabelecidos pelas Normas Internacionais de Informação Financeira (IFRS, na sigla em inglês), as empresas são obrigadas a classificar os ativos pelo critério

Ciclo de negociação dos private equity está mais longo

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Entre os motivos, estão o nível de detalhamento cada vez mais profundo e as análises mais demoradasFernanda Guimarães e Cynthia Decloedt, do 
Germano Lüders/EXAME.com Operadores na Bovespa: os fundos de private equity e venture capital fecharam 74 operações de aquisição de empresas no Brasil São Paulo - Os ciclos de negociação dos fundos que investem em participações de companhias no Brasil, os private equity, estão mais longos, com o nível de detalhamento cada vez mais profundo e as análises mais demoradas. O aumento da volatilidade dos mercados e a falta de clareza sobre o ritmo de recuperação da economia brasileira no próximo ano têm prolongado o processo de tomada de decisão para o investimento. A expectativa daqueles que estão na ponta compradora é de que os preços das companhias possam estar mais baixos no médio prazo. No primeiro semestre, os fundos de private equity e venture capital fecharam 74 operações de aquisição de empresas no Brasil, abaixo das 115 transações concluídas n…

Desafios da precificação do Cloud Computing

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A Cloud Computing ou Computação na Nuvem, impõe um novo desafio financeiro as empresas de tecnologia. O desafio de como precificar corretamente esses modelos de contratos e como conseguir o capital necessário para financiar os equipamentos e infraestrutura. 
Esse novo formato de prestar os serviços, que embarca o SaaS - Software as a Service, o PaaS – Plataforma as a Service e o IaaS – Infraestrutura as a Service, requer muita atenção da área de finanças na hora de definir os preços e regras do contrato.
De certa forma esse modelo já é adotado pelas empresas de Telefonia Celular a um bom tempo. Elas fornecem um aparelho celular ao cliente, e uma gama de serviços que serão prestados no decorrer do contrato. Você está comprando seu celular como serviço.
Da mesma forma no modelo de Cloud Computing as empresas de TI entregam um pacote com serviços, equipamentos, softwares e toda a infraestrutura necessária, como serviços. 
Esse modelo tira dos clientes o

Fundos de private equity aumentam a procura por seguro de fusões e aquisições

Produto lançado neste ano protege investidores dos riscos não previstos tanto no processo de Due Diligence como após o fechamento do negócio
Apesar da retração do PIB brasileiro nos últimos dois trimestres, alguns setores da economia conseguem manter-se em alta. Um desses exemplos é o mercado de fusões e aquisições, que permanece aquecido no País. Em 2013, foram registradas 812 transações envolvendo companhias dos mais variados perfis e a perspectiva para esse ano é de que o número fique estabilizado. A fim de minimizar o risco das operações, diversos fundos de private equity - maiores responsáveis pelas transações do mercado - estão adotando em suas práticas a contratação do seguro de M&A (fusões e aquisições).

Lançado neste ano pela AIG no Brasil, o produto tem como objetivo proteger os investidores contra eventuais prejuízos que não são descobertos durante o processo de Due Diligence ou após o fechamento do negócio. O seguro pode ser contratado por empresas em processo de fusão…

Alterada a norma sobre a emissão de laudo de avaliação de ativos por auditor nomeado perito

Alterada a norma sobre a emissão de laudo de avaliação de ativos por auditor nomeado perito Por meio da norma em referência, foi alterado o CTA 20, que orienta os auditores independentes sobre os padrões técnicos e profissionais a serem observados pelo auditor independente, nomeado como perito ou como empresa especializada, para emissão de laudo de avaliação dos ativos líquidos a valor contábil ou dos ativos líquidos contábeis ajustados a preços de mercado, cuja sigla passa a ser CTA 20 (R1).
(Norma Brasileira de Contabilidade CTA 20 (R1) – DOU 1 de 03.10.2014)
Fonte: IOB 

Fusão entre Portugal Telecom e Oi não terá intervenção do governo de Portugal

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Por Redação em |10.10.2014 às 15h15
O primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, afirmou que o governo português de centro-direita não irá realizar nenhuma intervenção no processo de fusão entre a empresa brasileira Oi e a Portugal Telecom. O motivo afirmado pelo governante é que este é um assunto de questão estrita entre empresas privadas, algo que não cabe ao governo influenciar, de acordo com a Reuters. No entanto, as incertezas sobre o acordo entre Oi e Portugal Telecom aumentaram depois que o presidente-executivo da empresa brasileira, Zeinal Bava, anunciou a sua saída. Bava era considerado o arquiteto de toda a fusão. Os analistas, assim, têm alertado para a real concretização deste acordo entre as duas companhias de telecomunicações. Bayard Gontijo, CEO da PT, declarou que a fusão das empresas não irá

Cacau Show fará novas aquisições

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A fabricante de chocolates Cacau Show, que fatura 2,4 bilhões de reais em sua rede de 1 600 lojas, investiu cerca de 50 milhões de reais na compra de um terreno e de um prédio vizinhos à fábrica, em Itapevi, na Grande São Paulo. Segundo Alexandre Costa, presidente da empresa, a área abrigará novas companhias que a Cacau Par, braço de investimentos da companhia, planeja comprar. A Cacau Par tem 100 milhões de reais para investir e só fez uma aquisição até hoje: a compra, em 2013, da Brigaderia, rede especializada em brigadeiros que tem dez lojas.
Ana Luiza Leal

IBGC cobra ação de conselheiros de empresas

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Presidente de conselho da entidade destacou que CVM está aumentando o rigor para a fiscalização dos executivos
Patrícia Comunello
MARCELO G. RIBEIRO/JC Boa governança reduz as incertezas sobre riscos, explicou Sandra Guerra na Federasul Os integrantes dos conselhos de companhias e empresas familiares têm responsabilidade e devem participar e supervisionar mais de perto a condução do negócio. O alerta foi feito ontem pela presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, Sandra Guerra, em Porto Alegre. Evitando comentar casos de companhias que registram problemas associados à atuação de membros do organismo colegiado, Sandra, palestrante do evento Tá na Mesa, da Federasul, advertiu que o integrante não pode abdicar de seu papel.

O organismo emitiu em documento recente posição em que reforça o compromisso dos conselheiros na gestão. “O conselheiro também administra como executivo e tem responsabilidade pelo direcionamento estratégico da decisão”, p…

Família Diniz vende R$ 445 mi em ações do Pão de Açúcar

08/10/2014 09:05


A família do empresário Abilio Diniz vendeu na terça-feira, 07, mais um lote de ações do Grupo Pão de Açúcar (GPA), em uma operação que movimentou aproximadamente R$ 445 milhões. As ações preferenciais da empresa entraram em leilão no início da tarde de ontem com uma operação direta feita pelo banco Itaú, envolvendo mais de 4 milhões de ações. A ordem inicial estava no preço de R$ 106,40 por ação, mas o valor final superou este patamar. O volume representa 2,48% das ações preferenciais da companhia.

As ações do grupo ficaram em leilão durante cerca de uma hora. A família Diniz confirmou a venda de 4.105.906 papéis ao valor de R$ 108,32, o que significa que foram captados com a operação perto de R$ 445 milhões.

Depois de mais essa venda de ações preferenciais, os Diniz ainda têm uma fatia residual de ações do Pão de Açúcar, segundo a Península, empresa de investimento da família. O montante, que está no nome de duas pessoas físicas, corresponde a apenas R$ 2 milhões em aç…

2 exemplos de empreendedoras brasileiras de sucesso

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O número de mulheres empreendedoras no Brasil cresceu 21% nos últimos dez anos, segundo dados do Sebrae
Editado por Camila Lam, de

Daniela Toviansky



Empreendedorismo feminino em alta
Escrito por Camila Farani, especialista em empreendedorismo feminino
Quando pensamos em uma empresa, qual a primeira imagem de líder que vem a sua cabeça? Um homem, certo? Errado. De uns anos para cá, essa realidade vem mudando e hoje no Brasil grande parte dos casos, são mulheres empreendedoras que estão à frente dos negócios. Mas, lembrando que empreender é uma tarefa tanto para homens quanto para

Restoque e Dudalina criam maior empresa de alta moda do país

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Restoque e Dudalina criam maior empresa de alta moda do país Conselho da Restoque aprovou a incorporação de 100% das ações da Dudalina, em plano para aumentar a escala das operações e reduzir o endividamento da empresa
Marcela Ayres, da


Acervo Dudalina
Dudalina: duas empresas teriam somado receita líquida de 573 milhões de reais no primeiro semestre

São Paulo - A varejista de moda Restoque, dona de marcas como Le Lis Blanc e Bo.Bô, informou nesta quinta-feira que seu conselho de administração aprovou a incorporação de

Ideiasnet conclui venda de fatia na iMusica para a Claro

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Ideiasnet conclui venda de fatia na iMusica para a Claro
Reuters – 14 horas atrás RIO DE JANEIRO (Reuters) - A gestora de investimentos Ideiasnet informou nesta quarta-feira que concluiu a operação de venda da totalidade de sua participação no site de música digital iMusica para a operadora de telecomunicações Claro por 33,1 milhões de reais. Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a operação foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O Fundo de Investimento II da Ideiasnet vendeu a totalidade de sua participação de 87,5 por cento na iMusica à Claro, informou o comunicado. (Redação Rio de Janeiro) 
Veja em: Yahoo

Alpargatas assume controle da Osklen

Alpargatas assume controle da Osklen com compra de 30% adicionais A Alpargatas exerceu opção de compra de uma fatia adicional de 30 por cento na grife Osklen por 159,1 milhões de reais, passando a assumir o controle da marca, divulgou a companhia em fato relevante na noite de terça-feira.

O valor será quitado na data de fechamento da operação, que ainda está sujeita a certas condições, afirmou a Alpargatas, que também controla marcas como Havaianas, Rainha e Topper.

Encerrada esta etapa, a companhia deterá o controle da Osklen, com uma participação de 60 por cento na companhia.

Segundo a Alpargatas, Oskar Metsavaht, fundador da Osklen, continuará contribuindo com a marca "especialmente no que se refere à criação, coordenação geral de estilo, comunicação e branding da marca".

Em outubro de 2012, a Alpargatas anunciou o acordo para compra dos 30 por cento iniciais da Osklen, informando que a transação seria paga em duas parcelas. O negócio já previa que a empresa poderia dobr…